30 de março de 2011

Crime da SLU na Estrutural

O que antes era assim...


O que antes era um campo de futebol agora é uma extensão do lixão e segundo informações do SLU o espaço será um deposito de lixo a menos de 20 metros de uma entidade que atende 400 crianças que atua a 14 anos na cidade Estrutural combatendo o trabalho infantil.

Sem qualquer tipo de aviso ou comunicação o Serviço de Limpeza Urbana entrou no espaço, quebrou as traves do campo de futebol e começou a depositar entulho na área. A Associação Viver procurou a empresa para conversar mas obteve a informação de que a area é do SLU e que ele faz o que bem entende (como se fosse um ente privado alheio aos interesses da população) e que agora será um deposito de terra e que a decisão já estava tomada e que não haveria nenhuma possibilidade de conversa ou mudança na proposta. Essas informações foram dadas no centro de operações do SLU da cidade Estrutural, pelo Senhor Cicero, atual encarregado pelo setor. Mesmo tentando dialogar e explicar a importância do espaço para as crianças o Sr. Cicero foi irredutível.

Diante disso a equipe da Viver tentou contato pelo fone  3213 0102 informado no site como da Diretoria do SLU. Ligamos e informamos da gravidade da situação e da necessidade de uma intervenção, porém a pessoa que atendeu informou que não podia fazer nada e que o responsável não estava no momento. Tentamos falar com o Diretor Geral do SLU porém este também não foi encontrado mas foram 8 ligações nesse setor e enquanto isso caçambas e mais caçambas de lixo eram depositadas no campo de futebol das crianças da Estrutural, foi o trabalho de um dia todo tentando contato com alguém que pudesse intervir. Também foi feita uma ligação para o Ministério Público do Trabalho visando uma intervenção tendo em vista que ele acompanha o processo da cidade Estrutural com a problemática do trabalho infantil no lixo porém não foi possível atendimento.

Foi um desespero onde não tinhamos o que fazer. Ainda assim tentamos contato com o Diretor de Operações, que estava em uma reunião e também não pode atender e com outras pessoas ligadas ao Governo, que pudessem fazer alguma coisa. Porém em poucas horas o campo estava totalmente destruído e ocupado por entulho. Em uma cidade com 45 mil habitantes, onde 60% estão entre 0 a 18 anos que só possui 3 quadra publicas um campinho de terra faz toda a diferença, tanto faz que era nesse espaço que eram desenvolvidas as atividades das 400 crianças atendidas pela Viver. Crianças que poderiam estar trabalhando no lixão se não fosse o atendimento que a Viver desenvolve e a possibilidade de praticar um esporte que ajuda no seu desenvolvimento.

Fora o crime de reduzir as opções de esporte e lazer e prejudicar o atendimento da entidade a decisão da empresa pública gera serios riscos as crianças que são atendidas , uma vez que lixo e entulho estão sendo depositados em uma area extremamente próxima a entidade e isso expõe as crianças a serios riscos de contaminação, de acidentes e vários outros problemas. Na verdade, como se não bastasse as crianças que brincam no lixo correndo serios riscos o SLU desfez a brincadeira e fez com lixo uma brincadeira sem graça.

Gritamos, a atenção das autoridades por uma intervenção urgente na decisão da empresa. Mais fotos do local podem ser vistas no endereço, Pedimos que divulgue para o máximo de pessoas possíveis para a sensibilização do Governo e porque amanhã bem cedo tem caminhão estragando a brincadeira de criança.





Contatos no número: 8416 6925

Atenciosamente,

Coracy Coelho


"O que se multiplica em nós é a soma de tudo aquilo que dividimos"   - M. A. de Mello
Visite meu blog: http://www.coracy.blogspot.com/


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Coracy Coelho
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29 de março de 2011

Reunião da Rede Intersetorial

Caros parceiros,

O 18º encontro da Rede Intersetorial de São Sebastião acontecerá na próxima quarta-feira, dia 6 de abril, às 9h, na Casa de Paulo Freire, localizada na Quadra 201, Conjunto 20, Casa 7. A mudança do local costumeiro deve-se à utilização do auditório do Centro de Saúde para vacinação da comunidade, em virtude das obras no local. Nesse encontro, a comissão formada por integrantes da própria rede dará informes sobre o PRONASCI.

Pedimos a cada um que repercuta esta mensagem, de modo que o maior número de pessoas possa conhecer a data e local do nosso encontro.

Também é importante salientar o anseio da rede pela participação de representantes, em São Sebastião, da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, cuja ausência vem sendo sentida por todos nos últimos encontros. Pela própria natureza da próxima reunião, especialmente, é muito importante contarmos com o apoio e o conhecimento específico desses representantes, para que possamos avançar nas propostas para a nossa comunidade.

O lanche, como é de costume, será providenciado pela Irmã Josefina, com rateio entre os participantes da reunião.


Cordialmente,

Ana Nogueira
SeMA/PJSS/MPDFT
3339-9917


PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE SÃO SEBASTIÃO
Coordenador Administrativo
GERALDO MARIANO MACHADO ALVES DE MACEDO 
Promotor de Justiça

Secretária Executiva
MONIQUE TAVEIRA CRISÓSTOMO
3339-9907

Outros Contatos:
SETOR DE APOIO ADMINISTRATIVO
3339-9913 
SETOR DE APOIO E CONTROLE DE FEITOS
3339-9912
SECRETARIA ADMINISTRATIVA
3339-9901
SETOR DE MEDIDAS ALTERNATIVAS
3339-9917
SETOR DE DILIGÊNCIAS
3339-9914 

TELEFAX: 3339-9911

"Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua
origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam
aprender e, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar."

Nelson Mandela

Espetáculo de graça no Teatro Nacional

Cia. TeatroDança
Ivaldo Bertazzo
ESPETÁCULO: 3 ÚNICAS APRESENTAÇÕES

Dias 01 a 03 de abril Sexta e Sábado às 21h e Domingo às 18h  ENTRADA FRANCA
Concepção, direção geral e coreografia  Ivaldo Bertazzo

Elenco: Regina Elena Mesquita, Rubens Caribé e Cia. TeatroDança Ivaldo Bertazzo

Local: Teatro Nacional – Sala Vila Lobos Teatro Eixo Monumental, 2  Brasília - DF

Informações: (61) 3325-6239 / (61) 3325-6256

Recomendação etária: livre. Duração: 90 min
Saiba mais sobre o espetáculo: www.ivaldobertazzo.com

Convite Especial



Olá amigos,

O Cerape em ação conjunta com o parceiro: SOS VIDAS, realizam uma  exposição de arte e pintura com os meninos da Cidade Estrutural,  assistidos pelo: Ateliê de vidas e artes. Trata-se de um Programa de Inclusão Social através da Arte, Pintura e resciclagem.

A Exposição permanecerá do dia 28/03 á 01/04/2011 no Supremo Tribunal Federal, Praça dos Três Poderes, Anexo I - Subsolo - ASTRIFE no horário de expediente do STF.
Em anexo, os convites que temos utilizados para divulgação.

Apareça no STF e confira.

Grato.

 Orlando Prata
 CERAPE


Empreendimento Jardim Mangueral comprometeu a vida de dezenas de famílias


Estudantes do ensino médio visitam a área do Jardim Mangueral,   empreendimento  responsável pelo alagamento da quadra 307, incidente que ocorreu por volta do dia 8 de março depois do arrebentamento da bacia de contenção de água do novo condomínio, comprometendo assim a vida de dezenas de famílias que correram risco de vida e perderam quase tudo que possuíam em seus barracos.

Além de todo o sufoco passado e as percas no dia do incidente, as famílias mais afetadas tiveram as estruturas de seus barracos comprometidas, mas não veem outra saída se não continuar morando em seus barracos mesmo nessa situação. O CRAS deu uma cesta básica alegando não poder contribuir com mais nada, a administração blinda a empresa responsável pelo empreendimento imobiliário e não apresentou solução nenhuma, ao passo que o próprio Jardim Mangueral se esquiva de suas responsabilidades. Quando eu exponho os fatos à opinião pública e proponho uma ação judicial, lideranças sem personalidade e sem compromisso com as causas sociais alegam não ser esse o caminho.


Um dia saberão que caminho pode levar à pobreza as suas conquistas, por isso precisam conhecer nossa história da forma que ela é e não da forma que as oligarquias nos apresentaram...


Contramestre Cipó (61) 9283-8061 / 8570-4673
cipoba@hotmail.com 

16 de março de 2011

Fernando Botero enfatiza o período sangrento da Colômbia em exposição

Nahima Maciel

Os gordinhos perdem o ar voluptuoso para se transformarem em seres grotescos e dilacerados.

Os gordos de Fernando Botero enganam. Carregados de humor e doçura, conseguem facilmente confundir o público. O colorido intenso e quente e a ironia presente nas composições provocam, num primeiro momento, um sorriso de cumplicidade. Mas nem sempre o pintor colombiano fala de alegria. O cotidiano pode ser bem desagradável e mesmo que os gordos pareçam muito à vontade em suas carnes, Botero sabe pincelar de modo bastante cruel. As 67 obras expostas a partir desta quarta-feira na Caixa Cultural são um parêntese na série de gordinhos e gordinhas felizes que normalmente desfilam pela produção do pintor. Dores da Colômbia trata de uma história sangrenta, de um cotidiano duro e da trajetória de um país marcado por violência, guerra civil e narcotráfico.


Para retratar a situação dramática na qual a Colômbia esteve mergulhada durante boa parte do século passado e início deste, Botero não dispensa realismo. Os gordinhos perdem o ar voluptuoso para se transformarem em seres grotescos, ensanguentados, dilacerados e entristecidos. São obras produzidas entre 1999 e 2004, doadas ao Museu Nacional da Colômbia e nascidas da inquietude perturbadora de ver o próprio país desmoronar sob balas e miséria. Ele bem que queria mostrar uma Colômbia amável e alegre, mas não conseguia mais enxergar tal quadro. “A Colômbia também tem essa cara da violência, do drama e há muito sinto que devia dizer algo. Um quadro também é um testemunho de um momento de loucura da nossa história e um artista que tenha capacidade de fazê-lo deve fazê-lo. E senti que devia fazê-lo”, contou o artista, em uma entrevista gravada na época em que realizava as obras.

Durante as últimas décadas, Botero deixou a terra natal para viver na Europa. Não se sentia seguro em meio ao cenário de sequestros, bombas e exércitos paramilitares. Entabulou um exílio voluntário e fincou pé em Paris e Mônaco. O histórico de guerra da Colômbia mudou bastante nos últimos anos. As Forças Armadas Revolucionárias (Farc) enfraqueceram, os Estados Unidos investiram pesado em estratégia militar para conter o narcotráfico e o país se tornou, inclusive, destino turístico para centenas de latino-americanos. No entanto, as pinturas, gravuras e desenhos de Dores da Colômbia tratam de uma história muito recente.

Intervalos como aquele durante o qual produziu as obras dedicadas às mazelas colombianas não são extraordinários na vida do pintor. Em 2006, após ler na revista New Yorker o relato sobre as sessões de tortura protagonizadas por soldados norte-americanos na prisão iraquiana de Abu Ghraib, não conseguiu conter raiva e indignação. Produziu uma série de pinturas tão sangrentas e degradantes quanto o conjunto dedicado à terra natal. Quis expor (e doar) as peças em um museu americano — Botero é convicto quanto a não lucrar com a desgraça alheia — mas ninguém aceitou. As obras foram parar na Universidade de Berkeley, na Califórnia. “A arte é a oportunidade de viver a fantasia e esquecer um pouco a vida real”, costuma repetir. E o engajamento é tão urgente quanto encantar o público.

Natália Bonillia, funcionária do Museu Nacional da Colômbia e responsável pela montagem da exposição no Brasil, sabe que o público não está muito familiarizado com as obras em cartaz na Caixa, mas garante que elas oferecem a oportunidade de ampliar o universo do artista colombiano mais conhecido no mundo. “Não são imagens às quais estamos acostumados, como os personagens gordos, mas eles estão lá e contrastam com imagens bastante fortes da violência. Temos uma ideia de Botero como pintor de gordos, com cores muito fortes, mas nesses a violência é muito evidente. A arte também tem um papel político de olhar o que está acontecendo e falar a respeito”, diz Natália.

15 de março de 2011

Terras em São Sebastião se transformam em alvo de grileiros

São 400 mil metros quadrados de loteamento irregular. A fazenda, que fica na região de Aguilhada, pertence à Secretaria de Fazenda. Tudo foi dividido em lotes menores e é vendido abertamente.

São Sebastião tem a segunda maior área rural do DF. Segundo a Secretaria de Agricultura, só perde para Planaltina. Muitas terras são públicas e têm se transformado em alvo de grileiros. A equipe de reportagem sobrevoou a cidade e as imagens mostram um novo condomínio que se ergue em meio ao desmatamento.

“O Ministério Público já tem conhecimento, a Agefis também tem conhecimento dessa situação. Agora é só questão de agir para que aquilo não aumente”, indica Carlos Eduardo de Moraes, chefe de gabinete da administração de São Sebastião.




A fazenda pertence à Secretaria de Agricultura e fica na região de Aguilhada. Para se ter uma ideia, o loteamento irregular ocupa uma área enorme, de 40 hectares, que equivalem a 400 mil metros quadrados. Segundo a administração da cidade, tudo foi dividido em lotes menores, de 800 metros quadrados. “Estão grilando, estão vendendo. Para você se cadastrar, para ter direito, estão cobrando R$ 2 mil”, conta Carlos Eduardo.

Atualmente o Distrito Federal tem aproximadamente 400 mil parcelamentos irregulares de terras. No Morro da Cruz, que fica entre a Papuda e o centro da cidade, as chácaras que fazem parte de um programa de assentamento de pequenos agricultores também estão sendo loteadas.

A repórter Flávia Marsola ligou para uma suposta vendedora dizendo que estava interessada em comprar um lote no Morro da Cruz. A mulher disse que tinha um lote para vender e que custava R$ 24 mil. “Eu tenho um lá de 200 metros quadrados. O pagamento é a vista. Tem muro na frente e portão eletrônico. É um lote bom", fala.

A repórter explicou para a suposta dona do lote, a preocupação em não investir numa área irregular. A resposta foi simples e direta. “A terra também é do PDOT. Quando eu comprei fui lá administração para saber. Não tem perigo não”, fala a vendedora.

Mas ela reconhece a irregularidade. “Não tem como financiar, pois aqui não tem escritura. É cessão de direito. Eu comprei minha casa já tem dois anos e quatro meses e foi desse jeito. Aqui em São Sebastião é tudo dessa forma, aqui não tem escritura”, afirma a suposta vendedroa.

Outro corretor de imóveis diz que os lotes no Morro da Cruz são negociados particularmente. “O Morro da Cruz não está podendo vender lote. As pessoas negociam entre elas. Eu compro para mim mesmo, para colocar gente para morar lá. Porque se der certo futuramente deu, se não você sabe como é ”, explica o corretor.

A denúncia foi confirmada pela administração da cidade. Os chacareiros estão parcelando terrenos de 20 mil metros quadrados em lotes de 200 metros, cada um é vendido até R$ 25 mil. “Quando nós assumimos a cidade, em janeiro, nós constatamos várias faixas de grileiros anunciando a venda lá. Encaminhamos de imediato documentos a Agefis que já esteve no local e notificou. A Terracap está fazendo o levantamento para poder tomar uma ação definida. Não pode demorar, pois antes não tinha umas casas na parte de cima e agora já tem”, relata Carlos Eduardo.

Nos próximos dias, fiscais da Agefis vão até São Sebastião para intimar as famílias a devolverem os lotes. O caso já está sendo apurado pelo Ministério Público.

São Sebastião oferece área para novo Campus do IFB

A Adminstração Regional confirmou e reafirmou por meio de ofício enviado ao reitor, que a cidade já dispõe de um terreno localizado no Bairro Nacional que deve ser destinado à nova escola.

 


A Administração Regional de São Sebastião informou ao IFB que a cidade dispõe de uma área que poderá ser utilizada, pelo Instituto, para a construção de um campus. Em reunião com o reitor substituto do IFB, Wilson Conciani, a administradora Janine Rodrigues Barbosa afirmou, e reafirmou por meio de ofício enviado ao reitor, que a cidade já dispõe de um terreno localizado no Bairro Nacional que deve ser destinado à nova escola.

O assessor especial da Reitoria, Francisco Póvoas, que participou do encontro - ocorrido no início do mês de março – disse que há o interesse do Instituto em construir um campus avançado em São Sebastião. “O interesse é que haja a expansão da educação profissional. Para isso, iremos trabalhar em conjunto com o governo do Distrito Federal”, declarou Póvoas. O investimento inicial será de R$ 14 milhões. Esses recursos serão utilizados na implementação da primeira etapa que constitui a estrutura física e a compra de equipamentos.

O local oferecido tem aproximadamente quatro hectares. Estudos realizados junto a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano do Distrito Federal (Sedhab), viabilizam a implementação do Campus, que terá capacidade aproximada para 1.200 alunos.

O IFB já enviou à Secretaria do Patrimônio da União uma solicitação para que este órgão faça à Terracap o pedido de doação do terreno. Apesar da Administração Regional de São Sebastião disponibilizar a área, a entrega definitiva só ocorre com a determinação da Terracap, órgão responsável pela questão fundiária no DF.


Via IFB

14 de março de 2011

Cursos gratuitos


Cursos atualmente oferecidos gratuitamente à comunidade pelo Centro de Educação Popular de São Sebastião

Aulas de inglês
Início: 19 de março
Horário das aulas: Todos os sábados, das 16 às 18hs.


Aerobahia
Início: 17 de março
Horário das aulas: todas as quintas-feiras, das19:30 às 21hs.


Reforço Escolar
Início: Próxima terça, 22 de março.
Horário das aulas: Terças e quintas-feiras, das 09 às 11hs.


Corte e Costura
Início: Quinta-feira, 17 de março
Horário das aulas: Todas as quintas-feiras, das 14 às 17hs e das 18 às 20hs.


Documentação:
Os interessados, deverão comparacer à sede do CEPSS, localizada na Quadra 29 Lote 21C, Bairro São José, munidos de cópias de RG e CPF, comprovante de residência.

Mais informações, acesse:  http://www.cepss.org.br/

II Encontro do Fórum de Aprendizagem DF em São Sebastião


Este encontro será realizado no dia 19 de março (sábado) das 8:00 as 12:00 hs no CED São Francisco em São Sebastião, organizado pelo Forúm de Adolescentes e jovens de São Sebastião. No primeiro encontro foi feito o cadastro de adolescentes e jovens para o ingresso no mercado de trabalho através do programa Jovem Aprendiz onde varias instituições filatrópicas como CIEE, CESAM, Instituto Fecomércio entre outros, participaram.

O segundo encontro será realizado para os adolescentes e jovens que fizeram inscrição no primeiro encontro. As instituições que estavam no primeiro encontro participarão enviando educadores e palestrantes  que irão falar sobre os seguintes temas:  como se comportar em uma entrevista, quais documentos levar, como funciona o programa Joven aprendiz etc. É de muita importancia que os que já estão cadastrados participem do encontro.

A participação contribuirá para o ingresso dos adolescentes e jovens no mercado de trabalho ,o encontro será dividido em dois periodos:
1º Periodo: Palestras
2º Periodo : Apresentações Culturais.

Realização e Organização: Forum de adolescentes de São Sebastião.
Mais informações, acesse: http://fdcass.blogspot.com/

MACUPE - Movimento Arte, Cultura, Política e Ecologia



Estamos somando com todos os militantes e movimentos sociais a fim de, juntos, construirmos uma sociedade independente, de modo a não mais ficarmos sob as humilhações das oligarquias exploradoras a cada dia maiores, nem dos descasos dos políticos corruptos e  descomprometidos com as nossas verdadeiras causas e necessidades.  Abrace essa causa e seja um elo dessa corrente.

Para saber mais, acesse: http://ecelcapoeiraacpe.blogspot.com/

1 de março de 2011

Justiça determina a implantação da coleta seletiva em todo DF


Tem gente que ainda têm dúvidas sobre o que é coleta seletiva. “Já ouvi falar sim”, afirma uma mulher. “Não sei o que é ”, fala um homem.

Mas logo todos vão ter que saber. Pois o Tribunal de Justiça do Distrito Federal determinou ao SLU que em até 90 dias a coleta seletiva esteja funcionando em todo o Distrito Federal. E o GDF já deveria fazer isso com as 2,5 mil toneladas de resíduos produzidas por dia na cidade, mas não cumpre a obrigação.

Em 2006, o GDF assinou um Termo de Ajustamento de Conduta se comprometendo a fazer coleta seletiva em todo o Plano Piloto e pelo menos instalar locais de entrega voluntária nos outros pontos do DF. Mas hoje, cinco anos depois, menos de 1% do lixo produzido vai para a reciclagem, de acordo com o SLU.

A ação do Ministério Público segue determinações da política nacional de resíduos sólidos, assinada em dezembro do ano passado. “Essa lei nacional é um marco muito importante, o que exige esse tipo de programa, pois você não pode mandar para o aterro o material que não seja os rejeitos”, explica Marta Eliane de Oliveira, promotora de defesa do meio ambiente.

Por enquanto, a coleta seletiva depende de ações isoladas. Como na casa onde a empregada doméstica Luzenira de Oliveira trabalha. “A gente separa o lixo. Tem o de orgânico e o de lixo seco”, fala.

Atitudes assim deveriam ser comuns, mas a realidade é outra. Ainda não há envolvimento da comunidade na separação do lixo. “O Ministério Público vem cobrar essa atitude do governo, porque a coleta seletiva não é feita há muitos anos”, diz Izabel Zanete, coordenadora de trabalhos de resíduos sólidos da UnB.

Sozinha, a síndica Elizete Furlaneto resolveu adotar a coleta seletiva em todo o bloco quando assumiu. Ela colou bilhetes informando a nova prática aos moradores e o prédio é um dos poucos do DF onde o SLU faz a coleta separadamente, a pedido dela. “Se cada um fizesse um pouquinho, só a sua parte, muita coisa seria diferente”, fala.


Acesse ao vídeo e confira a entrevista completa com o diretor técnico do SLU Francisco Palhares. Luísa Doyle